Paris Jackson diz que aprendeu a viver sua relação com Michael longe do público
Paris Jackson falou abertamente sobre a relação pós morte com seu pai, Michael Jackson. Como filha de uma das pessoas mais famosas do mundo, Paris, hoje com 28 anos, contou que durante muito tempo sentiu que “devia” ao público expor detalhes da relação que tinha com Michael, que morreu em 2009, quando ela tinha apenas 11 anos.
“Definitivamente existia uma parte de mim que sentia que precisava compartilhar tudo. Mas isso mudou drasticamente nos últimos anos, porque hoje eu realmente não sinto que nenhum de nós deva nada a ninguém.”, disse ela no podcast Trying Not to Die, de Jack Osbourne.
Paris explicou que o principal exemplo disso era a forma como se expressava no Instagram, onde tem milhões de seguidores. A cantora e compositora disse que não sente mais necessidade de publicar homenagens ao pai em datas importantes, como aniversário dele, Dia dos Pais ou a data de sua morte.
“Estou aprendendo agora que posso ter uma relação pessoal só minha com ele e que tenho o direito de manter ela privada”, afirmou. “E hoje eu penso: a minha relação com meu pai é a relação mais linda do mundo. Estou num momento muito bonito com ele, amo isso… e isso não é da conta de ninguém. Não preciso compartilhar isso com ninguém. E existe uma liberdade muito grande nisso, o que é muito legal.”
A cantora também explicou que faz questão de que nada do que publica sobre o pai nas redes sociais pareça algo “performático”.
“Não vou ficar demonstrando meu amor que nem pessoas que nem conheceram ele fazem”, disse. “Porque eu conheci ele. Ele era meu melhor amigo.”
Em outro momento da entrevista, Paris comentou a frustração que sente ao ser chamada de “patricinha mimada” e explicou que o pai sempre incentivou ela a aprender a conquistar as coisas com esforço próprio “Tive, sim, muitos privilégios na minha criação, mas também havia muitas coisas que precisavam ser conquistadas. Existia uma preocupação muito grande em desenvolver responsabilidade e disciplina”, contou.
“Vi alguém dizendo recentemente: ‘Você nem precisa trabalhar’. E eu fiquei tipo: não, eu preciso sim. De verdade. Eu sou igual um tubarão: se eu parar de me mover, eu morro. Trabalhar, me manter ativa e produtiva me faz feliz.” Site

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